BENDASSOLLI, P.; SOBOLL, L. A. P. (Orgs.). Clínicas do Trabalho: novas perspectivas para compreensão do trabalho na atualidade. São Paulo: Atlas, 2011.
Esta obra apresenta os fundamentos e as bases históricas das teorias clínicas do trabalho, tanto nos textos de seus principais autores (franceses, como Clot, Lhuilier, Dejours, Enriquez, Chanlat, Gaulejac, entre outros), como também de autores brasileiros de referência, os quais ressaltam as repercussões e aplicações destas teorias no Brasil. O livro contempla, em uma única publicação, quatro importantes teorias clínicas do trabalho: Clínica da Atividade, Psicossociologia, Psicodinâmica do Trabalho e Ergologia. Para além de uma apresentação dessas teorias, o livro oportuniza um diálogo entre elas. Os autores, sem reservas e com análises refinadas, transitam e entrelaçam as teorias expondo suas contribuições, seus pontos de convergência, bem como suas limitações e confrontos. Dessa forma, o leitor é conduzido a uma reflexão profunda, e também panorâmica, sobre as teorias clínicas do trabalho. Livro indicado para profissionais, pesquisadores e estudantes, interessados na compreensão dos aspectos humanos e subjetivos relacionados ao trabalho. Oferece contribuições para estudos na área de administração, psicologia e saúde, com aplicação em diversas disciplinas e áreas correlatas, tanto em cursos de graduação como de pós-graduação.
PONCHIROLLI, O.; NEVES, L. S. (Orgs.). Estado, Organizações e Desenvolvimento Local: um olhar interdisciplinar. Curitiba: CRV, 2010.
Este livro é uma constatação de que as temáticas ligadas ao Estado, ao desenvolvimento, aos territórios e ao meio ambiente crescem em interesse e importância no nosso país, especialmente quando tratadas de forma articulada e multidisciplinar. O Brasil vive, desde os anos oitenta do século passado, uma democracia que se fortalece e a Constituição Brasileira de 1988, a constituição cidadã, marca um momento importante de descentralização de poderes e recursos da União para estados e municípios. Iniciou-se uma fase de fortalecimento do federalismo brasileiro à medida em que as políticas públicas, sobretudo as de educação e saúde, passam a ser implementadas em parceria e cooperação entre os entes federados. Estados e municípios transitam assim para uma situação de maior autonomia relativa na utilização do recursos e na decisão de como utilizá-los. Historicamente, esse também é o momento no qual, no âmbito da teoria econômica, ganha relevância a teoria do crescimento endógeno, a qual propõe a conciliação dos níveis macro e microeconômicos, lançando mão das externalidades. No nível macro, alarga-se a função de produção, antes definida pelo capital e força de trabalho, e que agora passa a incluir o capital humano, a formação, a informação e o conhecimento. Multiplicam-se então os estudos e propostas de políticas voltadas para o local. Ironicamente, também naquele momento o paradigma neo-liberal, centrado no estado mínimo, na desregulamentação/flexibilização dos mercados, incluindo o mercado de trabalho, é transplantado institucionalmente, atingindo a América Latina e portanto, os nossos países ainda subdesenvolvidos. Neste quadro, o interesse era estabelecer a relação entre o local e o global, identificando territórios competitivos e passíveis de inserção na globalização. Deliberadamente este livro não cai nesta armadilha. Alguns artigos destacam as potencialidades do local quando as forças endógenas podem e devem ser acionadas para promover o desenvolvimento, a organização de trabalhadores, e a proteção ao meio ambiente. Ao mesmo tempo reconhece que essa problemática exige uma análise em diferentes escalas territoriais e exige também a ação efetiva do Estado na definição de políticas públicas quer macroeconômicas, setoriais e/ou regionais. O livro também resgata pontos do debate estruturalista sobre o desenvolvimento, propondo novas abordagens desta questão, superando as visões limitadas centradas no crescimento econômico, dando conta, portanto do desafio colocado para o nosso país de promover um desenvolvimento econômico e social, respeitando o meio ambiente e promovendo a melhoria das condições de vida de sua população.
SILVA, Christian Luiz da Silva; SOUZA-LIMA, José Edmilson de. Políticas públicas e indicadores para o desenvolvimento sustentável. São Paulo: Saraiva, 2010.
Para que possam ser realmente efetivas, as políticas públicas precisam estar embasadas em informações cada vez mais estruturadas e dedicadas à compreensão da realidade do contexto local; assim, consegue-se inserir a política no projeto de desenvolvimento sustentável de cada região.
De forma didática, os autores mostram como as ações públicas podem e devem estar alinhadas com a sustentabilidade das ações e como essas ações devem ser pensadas em todos os seus aspectos.
FRAGA, Nilson Cesar. Vale da Morte: o Contestado visto e sentido. "Entre a cruz de Santa Catarina e a espada do Paraná". Blumenau: Hemisfério Sul, 2010.
Neste livro o autor relata suas viagens de campo feitas a partir de 2000 pela região do Contestado entre o Paraná a Santa Catarina pesquisando os fatos e fragmentos deixados por esta Guerra sobre o território. Busca desvendar os avanços e retrocessos vividos pelas comunidades regionais e o nível de desenvolvimento encontrado na região, além de discutir a guerra em si.
FRAGA, Nilson Cesar (Org.). Contestado: o território silenciado. Florianópolis: Insular, 2009.
Olhar em perspectiva sobre os acontecimentos do Contestado. Este parece ser o desafio para esta obra organizada pelo professor Nilson César Fraga. O advento da cultura sob o signo da linguagem nos mostrou que não nos debruçamos sobre objetos coagulados em coisas. Movemos-nos sustentados pela palavra plena que produz sentido. Objetos e Sujeitos interagem em construções dinâmicas redefinindo a verdade sempre plural. O Contestado ou os Contestados? Os mais diferentes enfoques aqui desenvolvidos não reivindicam o olhar que olha, mas o olhar que é olhado. Não se trata de um passado a cobrar um futuro. Antes, é já um futuro, um agora, que revisita o passado. O tempo objetivo não excede o compasso dos cronômetros. No entanto, o tempo da memória escorre num interminável fluir. É o tempo memorável que perpassa o que aqui é exposto. Não encontramos mais o Contestado. Encontramos a expansão de seu fluir. O Contestado é sementeira; lugares, pessoas, poderes, utopias são marcas; são fontes ainda em estado bruto. Explorá-las é condição para a continuidade do sentido de nossas vidas. Toda utopia é raquítica quando lhe falta o vigor da memória. O sangue lá vertido, os ossos lá ressequidos, os poderes lá definidos, os lugares lá devastados, as utopias lá desejadas retornam à vida por meio desses múltiplos olhares. O professor Nilson e sua equipe de trabalho nos oportunizam um espelho no qual a imagem não é apenas refletida, pois é um espelho de memória. Nele, nos vemos refletidos e refletimos. O olhar da ciência moderna esteve marcado, como sabemos, por uma espécie de distanciamento entre o Sujeito e o Objeto. Distância produtora de inúmeros reducionismos que terminam por classificar os acontecimentos e recolhê-los aos escaninhos gélidos da pura classificação. A experiência humana não pode descansar adormecida pelo torpor da pura descrição. O que fazem os olhares em perspectiva aqui sugeridos é insuflar a vida. Não nos sentiremos à vontade ao ler o que aqui é exposto. Devemos estar preparados, pois vamos nos deparar com uma proximidade singular e desassossegadora entre os cenários e os protagonistas do Contestado. Não se deve buscar aqui, de igual maneira, a pura classificação do ocorrido naqueles tempos para que sejam satisfeitas nossas expectativas acadêmicas. Não se trata de um trabalho de reconstrução: tarefa inglória...
FARIA, José Henrique de. Gestão participativa: relações de poder e de trabalho nas organizações. São Paulo: Atlas, 2009.
Obra recomendada a profissionais interessados na democratização das relações de trabalho, gestores, sindicalistas, lideranças de movimentos, consultores, entre outros. Destina-se, também, para docentes e estudantes de graduação e pós-graduação em Administração Pública, de Empresas e do Terceiro Setor; Economia; Sociologia e Psicologia do Trabalho e das Organizações, Educação e Gestão Escolar, História Econômica, entre outros.Esse livro trata de todas as formas possíveis de gestão, classificando-as segundo seus elementos constitutivos. Ao fazer um estudo paralelo entre Estado e Organização e entre Governo e Gestão, apresenta uma concepção geral de gestão baseada na idéia de Quem e Como administra. Em seguida, mostra a evolução histórica da organização e da gestão do processo de trabalho no sistema de capital. A partir daí, apresenta cinco propostas sobre a teoria da participação na gestão, verificando suas propriedades, alcance e profundidade. São analisadas e discutidas experiências reais de formas de gestão,no sentido de proceder a um resgate de algumas práticas organizacionais. Isso foi feito examinando alguns casos emblemáticos, com a finalidade de identificar os detalhes que os definem e diferenciam.Estes casos foram escolhidos por representar modelos referenciais (Cogestão na Alemanha e três modelos de Gestão Cooperativista), modelos básicos de estudos (Heterogestão e o código autoritário e quatro modelos de Gestão Participativa, com destaque para as Comissões de Trabalhadores), modelos específicos (Kibutzim, em Israel) e modelos científicos (Autogestão nas Unidades Produtivas ou gestão coletivista de trabalho em Organizações Solidárias de Produção: condição requerida para uma Autogestão Social). O último capítulo é destinado à proposição de um modelo de análise das formas de organização e gestão.
CARON, Antoninho (Org.); PONCHIROLLI, Osmar (Org.). Globalização, organizações e estratégias empresariais. São Paulo: Atlas, 2009.
Neste livro, o leitor é convidado a refletir sobre as diferentes formas de se observar o processo de globalização, seja considerando a inclusão de pessoas no processo político, econômico e social, seja analisando conflitos de interesses. As reflexões a seguir são um convite para pensar a construção da nova sociedade que queremos. Um tempo de maior equilíbrio, equidade e justiça social.
SOBOLL, Lis Andréa Pereira; GOSDAL, Thereza (orgs.). Assédio moral interpessoal e organizacional. São Paulo: LTR, 2009.
Neste livro, os autores da área de Direito, Psicologia e Sociologia buscam uma reorganização conceitual do assédio moral no trabalho, para instrumentar a análise da realidade concreta. A expressão assédio moral tem sido utilizada de maneira generalizada, tanto para descrever situações coincidentes com um processo contínuo e sistemático de hostilidades, quanto para nominar qualquer fato "desagradável" no trabalho. A imprecisão conceitual sinaliza uma tendência à banalização do conceito. A luta pelo respeito aos direitos fundamentais no trabalho evidencia o fenômeno, juntamente com a conscientização promovida pela ampla divulgação da temática nos meios de comunicação e movimento sindical. Mas é necessário precisar o conceito. Se tudo aparece como assédio moral no Judiciário Trabalhista, de modo cada vez mais frequente, a tendência natural é o aumento das exigências probatórias para sua caracterização, deixando-se sem tutela e reparação as demandas legítimas. Nessa delimitação conceitual, são abordadas situações de violência no trabalho distintas do assédio, como as agressões pontuais, os conflitos e o estresse no trabalho. A obra também se propõe a diferenciar o assédio moral interpessoal, ou aquele que tem sido comumente chamado de assédio moral, do organizacional, que representa a manifestação coletiva do assédio, ou sua utilização como estratégia de gestão, também presente em nossa realidade laboral. É um convite à reflexão e ao debate.
CASTOR, Belmiro. V. J.; ZUGMAN, Fabio. Dicionário de termos de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2008.
Estratégia empresarial é uma área rica, com mais de 50 anos de desenvolvimentos práticos e acadêmicos. Sua importância é tanta que hoje é difícil pensar em um centro de pesquisa, ensino ou consultoria em administração que não contenha um núcleo de estratégia em suas atividades.
PONCHIROLLI, Osmar. Introdução à filosofia grega. Petrópolis: Vozes, 2008.
"Introdução à filosofia grega" apresenta os fundadores da filosofia, os que forneceram as bases do pensar grego e ocidental. A obra é uma proposta da série didática e pretende contribuir para a formação cultural dos alunos.
SOBOLL, Lis Andréa Pereira. Assédio moral/organizacional: uma análise da organização do trabalho. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008.
Partindo da pesquisa sobre relação entre assédio moral e organização do trabalho, a autora aprofunda a reflexão, permitindo que os textos deste livro, ao serem discutidos pelos atores sociais - trabalhadores, representantes sindicais ou de empresas,profissionais da saúde ou área jurídica - colaborem para o reconhecimento social da violência psicológica que permeia a organização do trabalho e possam desenvolver ações de combate a essas práticas.
SOBOLL, Lis Andréa Pereira (org.). Violência psicológica e assédio moral no trabalho: pesquisas brasileiras. 2008.
O livro apresenta pesquisas e estudos desenvolvidos no Brasil sobre assédio moral e violência no trabalho, a partir de contribuições de diversas áreas do conhecimento e de atuação profissional. As idéias nele apresentadas são resultado de pesquisas desenvolvidas em universidades brasileiras, na sua maioria. O leitor tem acesso, em uma única obra, às diversas metodologias e análises teóricas sobre o fenômeno.
CASTOR, Belmiro V. J.; SCHULZ, John H.; LAMOUNIER, Bolivar; CASTRO, Claudio de Moura; BARBOSA, Rubens A.; HADDAD, Paulo R.; CUNHA, Sebastião T. (orgs.). Para o Brasil voltar a crescer: evidências, reflexões e caminhos. Curitiba: IBPEX, 2007.
Especialistas das áreas política e econômica dedicam-se a pensar sobre a retomada do crescimento nacional e a inclusão do Brasil entre os países desenvolvidos. Oportunizado pela Fiep e por intermédio da Universidade da Indústria (Unindus), o Programa Lideranças Empresariais na Política contou com palestras proferidas por empresários e lideranças políticas, que ganharam o formato de entrevistas e constituem o corpo deste livro.
FARIA, José H. de (org.). Análise crítica das teorias e práticas organizacional. São Paulo: Atlas, 2007.
Este livro apresenta o resultado de diversas pesquisas referenciadas no campo empírico, tratando didaticamente de temas do cotidiano da vida de quem trabalha em organizações. Os temas da coletânea instigam o leitor a pensar, buscar respostas, refletir, trocar certezas paralisantes pelos desafios vivos das perguntas e das dúvidas.
PONCHIROLLI, Osmar. Ética e responsabilidade social empresarial. Curitiba: Juruá, 2007.
Este livro traz os seguintes temas O que é Ética? - O Porquê da Ética, da Moral e da Lei; Conceito de Moral; Conceito de Lei; Conceito de Ética; A Concepção de Ética em Platão; A Concepção de Ética em Aristóteles; Contribuição de Habermas para a Reflexão Ética; Indignação Ética; A Responsabilidade; A Função e o Campo da Ética; Critérios de Eticidade; A Consciência; Ética Profissional; Códigos de Ética; Por que Ética nos Negócios?; Ética da Convicção X Ética da Responsabilidade; Responsabilidade Social Empresarial; Stakeholders; Cidadania Empresarial; Exemplos de Responsabilidade Social nos Negócios; O caso Tylenol; O caso Ford; O desastre do Challenger; Programa Volvo de Segurança no Trânsito; Como Implementar um Processo de Responsabilidade Social nas Empresas; Primeira Fase da Implementação; Segunda Fase da Implementação; Terceira Fase da Implementação; Instrumentos de Gestão de Responsabilidade Social - Política de Responsabilidade Social; Relatório de Responsabilidade Social Corporativa; Balanço Social; Certificação SA8000; Selo Social; A Norma AA1000; Global Compact; Marketing Social; Plano de Marketing Social.
SILVA, Christian Luiz da (org.). Desenvolvimento sustentável: um modelo analítico integrado e adapatativo. Petrópolis: Vozes, 2006.
Os autores, seguindo um modelo analítico e adaptativo, tentarão mostrar que um desenvolvimento só se sustenta quando definido pelas suas relações com a cultura, com a significação e com a comunicação, enquanto preocupação universal. É proposto um modelo no qual cada pessoa acompanhe diariamente as relações com o ecossistema por meio de indicadores, para que uma voz junte-se a outra e forme uma rede de cooperação por meio da cultura.
CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Tamanho não é documento: estratégias para a pequena e micro empresa brasileira. Curitiba: Ebel Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda, 2006.
Raramente uma empresa grande nasce dessa maneira. A esmagadora maioria das grandes empresas nasce pequena e cresce com o tempo à medida que têm sucesso com seus produtos e demonstram compreender os desejos e as necessidades dos consumidores, respondendo ou antecipando-se a eles. E há ainda empresas que preferem ser e permanecer pequenas, oferecendo aos seus clientes e consumidores um serviço altamente personalizado e reagindo rapidamente às tendências da tecnologia e do mercado. Dessa forma se mantêm altamente lucrativas, ocupando nichos especializados do mercado e mantendo, para seus membros, algumas vantagens insubstituíveis e que não são encontráveis nas empresas grandes e burocratizadas: um ambiente propício para ousar, inovar, criar e experimentar. É aí que entra a estratégia: a capacidade de avaliar corretamente as oportunidades e ameaças existentes no mercado e responder de maneira adequada a elas. A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas recentemente promulgada facilitou a criação de novos empreendimentos, mas é o desenvolvimento da capacidade estratégica nos pequenos e microempresários que irá aumentar suas chances de sucesso.
OLIVEIRA, Gilson Batista de; SOUZA-LIMA, José Edmilson de (orgs.). O desenvolvimento sustentável em foco: uma contribuição multidisciplinar. São Paulo: Annablume, 2006.
O livro traz cinco textos com análises que norteiam a questão da sustentabilidade socioambiental. Trata-se de um reunião de artigos científicos publicados em renomadas revistas, congressos ou seminários acadêmicos, o que restringia a leitura e discussão do tema. Assim, este livro tem como objetivo principal ampliar os debates a respeito do desenvolvimento sustentável e por que não dizer desenvolvimento socioambiental.
PONCHIROLLI, Osmar. Capital humano: sua importância na gestão estratégica do conhecimento. Curitiba: Juruá, 2005.
A presente obra se justifica no sentido de contribuir para a determinação da importância do capital humano na gestão do conhecimento através da ética argumentativa, como um novo modelo de racionalidade. Um modelo de racionalidade configura um certo paradigma filosófico predominante numa época.
A expressão paradigma não é usada em seu sentido estrito, como modelo de ciência historicamente situado numa determinada área do conhecimento, mas em seu sentido mais amplo, como conjunto de pressupostos que estruturam e condicionam o pensamento de toda uma época. Para Kuhn (1970, p. 175), paradigma é toda uma constelação de opiniões, valores e métodos, participados pelos membros duma determinada sociedade, fundando um sistema disciplinado, mediante o qual esta sociedade orienta a si mesma e organiza o conjunto de suas relações. Sendo a globalização um novo elemento ambiental, é necessário observar como as estratégias na área de Recursos Humanos, na empresa pesquisada, estão gerando mudanças na estrutura organizacional. Mudanças principalmente em relação ao capital humano.
Esse é o primeiro passo para o surgimento de uma nova cultura organizacional capaz de diminuir os conflitos, ressaltando a possibilidades de ganhos para ambos, ou seja, para o capital e para o trabalho. Sem o ganho para ambos, uma das partes sozinha não conseguirá viabilizar, a médio e longo prazo, o fortalecimento sustentado da empresa. Nesse caso, para viabilizar a opção de crescimento sustentado a médio e longo prazo, as medidas conservadoras e retrógradas, adotadas tanto pelos capitalistas como pelos trabalhadores, precisarão de novos arranjos e posturas empresariais, interempresariais e interinstitucionais capazes de suplantar os obstáculos até então existentes.
A Gestão do Conhecimento, como uma nova gestão, faz parte de um novo paradigma produtivo.
REZENDE, Denis Alcides; CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Planejamento estratégico municipal. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
Esta obra descreve fases, subfases e produtos de uma metodologia para projetos de planejamento estratégico municipal, detalhando de forma objetiva a visão moderna e a aplicação adequada de um guia para planejamento dos municípios, das prefeituras e das organizações públicas.
A metodologia proposta especifica as fases: análises estratégicas; diretrizes estratégicas; estratégias e ações municipais; controles municipais e gestão do planejamento e suas respectivas perspectivas atuais. É transcrita nesta obra grande parte da experiência dos autores em projetos de planejamento adquirida em pesquisas acadêmicas, em sala de aula e em trabalhos de assessorias em organizações privadas e públicas.
CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. O Brasil não é para amadores: estado, governo e burocracia na terra do jeitinho. Curitiba: Travessa dos Editores, 2004.
Este livro é o instrumento preciso e bem elaborado para entender esta pátria de chuteiras, esta nação que foi capaz de realizar um dos mais impressionantes processos de crescimento econômico, apesar de suas elites, que navegam em mar raso e cultuam o atraso. O autor vai às raízes de nossa formação histórica e cultural para mostrar o que a maioria não quer admitir. Devemos nos convencer de que habitamos um país pobre, endividado, vítima constante de uma elite política despreparada porque habituada a viver das benesses e prebendas propiciadas pelo estado concentrador.
FARIA, José H. de. Economia política do poder: fundamentos. Curitiba: Juruá, 2004.
Fruto de um trabalho de pesquisa desenvolvido nos últimos vinte e cinco anos, "Economia Política do Poder" é um livro inovador nos estudos sobre organizações. Nele, José Henrique de Faria mostra com profundidade e competência como as formas e os mecanismos de controle foram sendo aperfeiçoados ao longo do último século, desde as experiências decorrentes da Organização Científica do Trabalho até a concepção atual da Gestão Flexível. Neste Volume I, são apresentados os fundamentos da análise, a partir de temas importantes como Teoria Crítica, Estratificação Social, Estado e Globalização, Relações de Poder e Ética.
FARIA, José H. de. Economia política do poder: uma crítica da Teoria Geral da Administração. Curitiba: Juruá, 2004.
Fruto de um trabalho de pesquisa desenvolvido nos últimos vinte e cinco anos, "Economia Política do Poder" é um livro inovador nos estudos sobre organizações. Nele, José Henrique de Faria mostra com profundidade e competência como as formas e os mecanismos de controle foram sendo aperfeiçoados ao longo do último século, desde as experiências decorrentes da Organização Científica do Trabalho até a concepção atual da Gestão Flexível. Neste Volume II, é realizada uma extensa análise crítica da evolução do pensamento em gestão de organizações, também conhecida como Teoria Geral da Administração.
FARIA, José H. de. Economia política do poder: as práticas do controle nas organizações. Curitiba: Juruá, 2004.
Fruto de um trabalho de pesquisa desenvolvido nos últimos vinte e cinco anos, "Economia Política do Poder" é um livro inovador nos estudos sobre organizações. Nele, José Henrique de Faria mostra com profundidade e competência como as formas e os mecanismos de controle foram sendo aperfeiçoados ao longo do último século, desde as experiências decorrentes da Organização Científica do Trabalho até a concepção atual da Gestão Flexível. Neste volume é apresentado um arcabouço da prática do controle nas organizações e uma Teoria Crítica do Controle.
FAE Centro Universitário | FAE Blumenau | FAE Sévigné | FAE S. J. dos Pinhais
Campus Centro: Rua 24 de Maio, 135 - Centro. CEP: 80230-080. Curitiba/PR.
Campus Centro II: Praça Rui Barbosa, 661 - Centro. Curitiba/PR.
Telefone: 0800 727 4001
© 2009 FAE Centro Universitário - Todos os direitos reservados.